Faço das horas, menores tempos para meu aprendizado. Sigilo absoluto guardado dentre as cavidades recôndidas da estrutura cerebral onde ao menos brotavam meus melhores pensamentos. Sinto falta de quando os ventos habitavam o ambiente cito. Detalhes perdidos que minha alma trouxera de tempos que não se recorda. Tempos em que tua presença era rarefeita e as bobagens de que eu me satisfazia, eram o único tom da felicidade esbanjada. Mas agora a massa de tudo que eu guardo tem endereço certo. Na avenida mirada de teus olhos, no número exato da temperatura de minha ansiedade febril, na porta de entrada deste coração que ainda soa.